Sérgio Infante

“Evitar as perdas de valor cultural deve ser prioritário, assegurando que as alterações, as reparações, os reforços estruturais e os novos materiais eventualmente empregues sejam compatíveis com o existente...
...as intervenções não deverão comprometer o significado cultural materializado na substância física da edificação e na sua definição formal, nem inviabilizar futuras decisões, eventualmente até mais respeitadoras, mas tornadas impossíveis por destruições desnecessárias.”

Conferência “Recuperação arquitetónica – ética e técnica”, Lisboa, julho de 2017

André Jordan

"...com planeamento e legislação adequada, é possível compatibilizar a defesa do ambiente e a sustentabilidade com o desenvolvimento económico representado pelo turismo. Os próprios empresários têm hoje a consciência de que a qualidade é o factor primordial do sucesso e da rentabilidade dos seus empreendimentos. O bom ambiente é bom negócio"

André Jordan, Posto de Observação, Lisboa, Vida Económica,11-2005, p. 47. O texto em itálico é nosso.

Esta afirmação de André Jordain mantém-se válida se onde está "ambiente" colocarmos "património cultural".

Cesare Feiffer

"Questi, a mio avviso, sono i grandi equivoci del riuso: si affronta il progetto con la mentalità creativa, con quella cultura progettuale che nasce dalla produzione del nuovo, che ha raggiunto livelli straordinari, ma in un altro settore, in altri campi. Questo malinteso riuso è ideologicamente contrario ad una progettualità diversa, subordinata all’esistente, più rispettosa, attenta al costruito e non prevaricante su esso."

Recupero & Conservazione, 43, p. 24.

 

Nuno Teotónio Pereira

“Há uma certa visão de muitos arquitetos em relação às obras de reabilitação, segundo a qual estas não permitem um uso pleno da criatividade. Ora, isto não é verdade. O que não falta são casos de reabilitações em que a criatividade está presente, muitas vezes de um modo notável.”

Arte & Construção, 122, Fev. 2001, p. 7, 8 e 10.

Reabilitação da Cidade Histórica - um artigo de Vítor Cóias

Consulte, também, o original no Público - Imobiliário, de 29/03/2017.

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